Ombro Exercício e movimento correto

Desenvolvimento atrás da nuca com barra

Sentado, costas bem eretas, a barra mantida atrás da nuca, pegada em pronação; inspirar e desenvolver a barra verticalmente sem arquear muito as costas, expirar no final do esforço.

Este exercício solicita o deltóide, principalmente sua porção média e posterior, assim como o trapézio, o tríceps braquial e o serrátil anterior.  Este movimento também pode ser realizado em pé.

Desenvolvimento atrás da nuca com halteres

Sentado, as costas ereta, os halteres ao nível dos ombros sendo sustentados pelas mãos em pronação; inspirar e desenvolver até estender os braços verticalmente. Expirar no final do movimento.

Este exercício solicita o deltóide, principalmente sua porção média, assim como o trapézio, o serrátil anterior e o tríceps braquial.

Este movimento também pode ser realizado em pé ou braço após o outro. Além disso, a utilização de um encosto permite que seja impedido o arqueamento acentuado das costas.

NOTA :

Um músculo peniforme desloca proporcionalmente uma carga mais pesada do que um músculo fusiforme, mas numa distancia mais curta. Durante as elevações laterais os feixes peniformes da porção média do deltóide que possuem uma grande força mas um fraco potencial de contração, atuam em sinergia com os feixes anterior e posterior do deltóide para levar o braço até a horizontal.

A soma dos filamenttos da actina e de miosina de um músculo fusiforme é igual à sua secção trasversal A.

A soma dos filamentos de actina e de miosina de um músculo peniforme é igual à soma A das secções obliquas A1 Ea2.

Elemento motores do músculos cuja força de contração máxima é de aproximadamente 5kg/cm² de secção.

Elevação lateral inclinado para frente

Em pé as pernas afastadas e ligeiramente flexionadas, o tronco inclinado para frente mantendo as costas retas, os braços pendentes as mãos segurando os halteres, cotovelo levemente flexionados. Inspirar e elevar os braços até a horizontal expirar no final do esforço.

Este exercício trabalha o conjunto dos ombros, acentuando o trabalho do feixe posterior do deltóide. Se nós aproximarmos as escápulas no final do movimento, nós solicitamos o trapézio-porções média e inferior, o rombóide, o redondo menor e o infra-espinhal.

Variante – Esse movimento pode ser realizado sentado sobre um banco inclinado, o tronco em apoio ventral.

Elevação lateral com polia baixa, tronco inclinado

Em pé, os pés afastados, pernas levemente flexionadas, o tronco inclinado para frente mantendo as costas retas, os braços pendentes, um puxador em cada mão, os cabos se cruzando; inspirar e elevar os braços até a horizontal expirar no final do movimento

Este exercício trabalha os deltóides, principalmente seu feixe posterior. Deve ser observado que no final do movimento, no movimento da aproximação das escápulas, são solicitados o trapézio(porções média e inferio) e o rombóide.


Puxada vertical com barra, (ou rowing vertical)

Em pé, pernas levemente separadas, as costas bem retas, a barra segura em pronação repousando sobre as coxas, as mãos um pouco mais separadas do que a largura dos ombros; inspirar e puxar a barra ao longo do corpo até o queixo, elevando os cotovelos o mais alto possível. Controlar a descida da barra, evitando qualquer oscilação. Expirar no final do esforço.

Este exercício solicita sobretudo o conjunto dos deltóides, os trapézios, os bíceps assim como os músculos do antebraço, os glúteos, o lombossacro e os abdominais.É um movimento básico muito completo.

Não esqueça nunca aquecimento e alongamento, no outro dia você vai ver como os músculos dói menos.

Conhecendo As Vitaminas.

VITAMINA (do latin “Vita”, vida + elemento composto amina, porque Casimir Funk, ao criar o termo, em 1911, descobrindo a primeira vitamina – vitamina B1- identificou-a como uma amina imprescindível para a vida).

Desde as experiências fundamentais de Lavoisier, no século XVIII, até os estudos de Funk, um período de hipóteses, de investigações experimentais e observações clínicas imperou, por etapas, até chegar-se ao ano de 1920, encerrando-se, assim o que poderia denominar o primeiro ciclo das investigações vitaminológicas.

Vamos postar aqui

FUNÇÃO – CLASSIFICAÇÃO – METABOLISMO

DEFICIÊNCIA – EXCESSO FONTES

As vitaminas são classificadas pela sua ação biológica e em termos de suas características físico-químicas em:

Hidrossolúveis: tiamina, riboflavina, niacina, piridoxina, ácido pantotênico, ácido fólico, cobalamina, biotina, ácido ascórbico, inositol, paba, vitaminas P, F, B15.

Lipossolúveis: vitamina A, D, E e K.

1 VITAMINA A

Sinonímia: aneroftol ou retinol

FUNÇÃO

A vitamina A exerce numerosas funções importantes no organismo, como ação

protetora na pele e mucosas e papel essencial na função da retina da capacidade funcional dos órgãos de reprodução.

Confere elementos de defesa contra as infecções, preside ao crescimento alimentar dos tecidos dando-lhes resistência às enfermidades, desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial.

Contribui para o desenvolvimento normal dos dentes e a conservação do esmalte e bom estado dos cabelos.

Protege a área respiratória, é essencial na gravidez e lactação, importante para assimilação das gorduras, para a glândula tireóide, fígado e supra-renais, protege a vitamina C contra oxidações, favorecendo a sua assimilação pelo organismo.

Trabalha em conjunto com as vitaminas B, D e E, cálcio, fósforo e zinco. Ajuda no funcionamento adequado do sistema imunológico. Ajuda eliminar as manchas senis.

Colabora no tratamento de muitos problemas visuais, é antixeroftálmica, ajuda no

desenvolvimento ósseo, anticancerígeno.

CLASSIFICAÇÃO

Termoestável (resiste ao calor até 100ºC), lipossolúvel (solúvel nas gorduras),

hidroinssolúvel (não solúvel na água).

METABOLISMO

A absorção da vitamina A diz respeito à vitamina preformada, do ácido retinóico e do beta caroteno ou outros carotenóides. Após administração, a absorção é realizada similarmente a das gorduras, e na presença de anormalidades da absorção das gorduras, a absorção do retinol sofre redução. A absorção é quase integral é quase integral em condições de normalidade do aparelho gastrintestinal, sendo a absorção do retinol e de seu ésteres mais completa em jejum, se forem administrados sob forma de soluções aquosas. O retinol é formado pela hidrólise dos ésteres do retinil no intestino, sofre rápida absorção, sendo que no caso de sua ingestão em alto teor, certa quantidade é eliminada pelas fezes.

Os ésteres de retinil sofrem hidrólise no lúmen intestinal por enzimas pancreáticas dentro da borda de escova da célula intestinal antes da absorção, seguindo por reesterificação, principalmente para o palmitato. Quantidades apreciáveis de retinol também são absorvidas diretamente na circulação.

Quando altas doses de vitamina A são administradas é que certa proporção sofre excreção sob forma inalterada nas fezes.

DEFICIÊNCIA

Hemeralopia (cegueira noturna), distúrbios oftálmicos (xeroftalmia, querotomalácia,

dificuldade de adaptação visual, fotofobia), distúrbios na visão crepuscular, pele seca e

escamosa, distúrbios cutâneos (ictiose, doença de Darier, frinoderma), cabelos duros, sem brilho e ásperos, enfraquecimento dos dentes e inflamação das gengivas, falta de resistência às infecções das vias respiratórias e aos cálculos renais, perturbações no crescimento do individuo. Perda de peso.

EXCESSO

Quantidades grandes de vitamina A são tóxicas.

Os sintomas da intoxicação por vitamina A incluem dor e fragilidade óssea, dermatite escamativa, hepatoesplenomegalia, diarréia e função hepática anormal. Hidrocefalia e vômitos em crianças, unhas frágeis, perda de cabelo, gengivite, anorexia, irritabilidade, fadiga, oscite e hipertensão.

FONTES

Manteiga, leite, gema de ovo, fígado, espinafre, chicória, tomate, mamão, batata, cará,

abóbora, cenoura, salsa, pimentão vermelho, tangerina, manga, goiaba vermelha, brócolos, alface, pêssego, nabo, caqui, couve-manteiga, dente-de-leão, nirá, mostarda, vagem, milho, abobrinha, alcachofra, alho, repolho, pepino, ervilha seca e fresca, fava, cebola, cebolinha, aspargo, amendoim, beterraba, broto de bambu, batata-doce branca, roxa e amarela, lentilha, melão, melancia, maçã, morango, banana, caranguejo, ova de peixe, carne de frango. óleo de fígado de peixe, rim, óleo de dendê, couve.

Musculação e Emagrecimento saudável

Usar a musculação para perda de peso é benéfico, mesmo que seu peso não diminua no primeiro momento.

Isso porque, embora haja uma perda da porcentagem de gordura, há também um aumento da massa magra (massa muscular), podendo não apresentar perda de peso na balança.

Saiba que emagrecer saudavelmente não significa necessariamente perder peso e sim aumentar a massa magra e diminuir a gordura, que é o que a musculação faz.

Afinal, você prefere emagrecer e ficar flácida e fraca ou emagrecer enrijecendo os músculos, ganhando assim um corpo mais bonito, forte, saudável e atraente?

Na verdade, o ideal é mudar a composição corporal, perdendo ou não peso na balança (devendo ser feita uma avaliação de cada caso).

“A musculação aumenta a massa magra. E esta massa magra acelera o metabolismo”

Este aumento acelera o metabolismo de 17 a 25 vezes mais do que a massa de gordura. Concluindo, quanto maior a massa muscular, mais acelerado será o seu metabolismo e o seu gasto calórico diário.

A musculaçao é capaz de prevenir a obesidade e de promover o emagrecimento saudável, devolvendo assim a auto-estima e servindo de ponte para a retomada de uma melhor qualidade de vida.

Em relação ao gasto calórico, numa caminhada moderada de 1 hora você pode eliminar de 200 a 300 kcal.

Já em 30 minutos intensos de musculação, pode-se gastar a mesma quantidade

de kcal (dependendo de cada metabolismo).

Estudos asseguram e a prática comprova que a musculação acelera o metabolismo do seu praticante, favorecendo a queima de gorduras pelo organismo.

Apesar de na musculação você não queimar gordura como fonte de energia, durante o esforço (onde se usa o fósforo, a creatina e a glicose anaeróbia) existe um processo chamado gliconeogênese, que é a utilização de gordura para repor as calorias perdidas durante o treino.

Com o metabolismo acelerado, você continua queimando a gordura por muito tempo depois da atividade física.

Após o exercício aeróbio nosso organismo leva cerca de 1 hora para voltar ao normal, onde eliminamos entre 10 e 15 calorias. Quem faz musculação tem o metabolismo 12% mais acelerado no pós-treino e até 15 horas depois esta taxa continua 7% mais alta.

Vimos que a musculação aumenta a massa magra. Esta massa magra acelera o metabolismo de 17 a 25 vezes mais do que a massa de gordura. Assim sendo, quanto maior a massa muscular, mais acelerado será o seu metabolismo e o seu gasto calórico.

Para você ter uma idéia, 1 kg a mais de músculos (que não é muito fácil de se conseguir) consome 15 kcal extras por dia. Em longo prazo (mais ou menos 10 meses) se você conseguir ganhar 2 kg de músculos, poderá perder 9000 calorias.

Você poderá eliminar de 2 kg a 3 kg de gordura em 12 semanas,

fazendo musculação três vezes por semana.

Um programa alimentar também é necessário, tornando o resultado mais rápido. Sem dúvida, o melhor que se tem a fazer é associar o programa aos exercícios aeróbios, à musculação e aos alongamentos, tudo adequado às suas necessidades, biótipo e condicionamento físico, tornando indispensável uma avaliação e acompanhamento de profissionais como nutricionistas, professores de Educação Física e médicos.

Aminoácidos porto alegre

A Arginina é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas

Estrutura Linear

Estrutura Linear

dos seres vivos. Em mamíferos, a arginina pode ou não ser considerada como aminoácido essencial dependendo do estágio do desenvolvimento do indivíduo ou do seu estado de saúde.

Estrutura

Em proteínas, a arginina tem um carácter anfipático, já que parte da sua cadeia lateral é hidrofóbica mas termina num grupo guanidina, que possui carga positiva na maioria das situações fisiológicas. Isto deve-se ao facto de este grupo possuir um pKa de 12,48, logo abaixo deste valor de pH o grupo guanidina encontra-se protonado. Esta carga positiva encontra-se deslocalizada (não localizada em nenhum ponto específico do grupo guanidina) devido à presença de um sistema conjugado entre as ligações duplas e os átomos de azoto.

Este grupo pode ainda estabelecer diversas ligações de hidrogénio com moléculas de água, de substrato ou efector alostérico ou ainda com cadeias laterais de outros aminoácidos. Por esta razão a arginina pode ser encontrada em locais na cadeia polipeptídica de enzimas com importância para a actividade e/ou regulação da actividade biológica das mesmas.

Síntese in vivo

Em nível celular, a arginina é sintetizada a partir da citrulina pela ação sequencial das enzimas argininosuccinato sintetase e argininosuccinato liase (ou argininosuccinase), sendo o argininosuccinato um metabolito intermediário (sintetizado a partir da condensação da citrulina-AMP e de aspartato). A síntese de cada molécula de argininosuccinato é feita à custa da hidrólise de uma molécula de trifosfato de adenosina (ATP) a monofosfato de adenosina (AMP), sendo portanto energeticamente desfavorável. O fumarato é o coproduto da segunda reacção enzimática. Esta síntese faz parte do chamado ciclo da ureia. Neste mesmo ciclo, a arginina não utilizada pelo organismo é clivada pela enzima arginase em ureia e ornitina, sendo a uréia excretada pelo sistema urinário e a ornitina reconvertida a α-cetoglutarato (em diversos passos reaccionais).

O α-cetoglutarato (intermediário do ciclo dos ácidos tricarboxílicos) serve também de precursor à síntese de arginina (entre outros aminoácidos). Mais especificamente, o α-cetoglutarato origina aspartato, que serve de precursor imediato ao argininosuccinato.

A síntese da arginina ocorre principalmente no eixo intestinal-renal. Células do epitélio do intestino delgado produzem citrulina; células dos túbulos proximais nos rins extraem a citrulina da circulação sanguínea e convertem-na a arginina, sendo esta retornada à circulação. Consequentemente, uma situação patológica que resulte numa diminuição da função renal ou intestinal pode potencialmente reduzir a síntese de arginina, aumentando a necessidade de absorção deste aminoácido pela dieta.

A arginina também é sintetizada noutras células, embora em menor escala. Aquando da indução da enzima óxido nítrico sintase (iNOS), a capacidade de síntese de arginina também aumenta. A iNOS, cuja função primária é sintetizar óxido nítrico (NO), fá-lo a partir da oxidação do grupo guanidina, com consequente conversão da arginina a citrulina. Esta pode ser novamente convertida a arginina através da via arginina-citrulina.

Em bactérias, a síntese da arginina é similar à síntese em animais. Embora, muitas vezes, não possuam todas as enzimas necessárias ao ciclo dos ácidos tricarboxílicos e ao ciclo da ureia, conseguem sintetizar arginina a partir de α-cetoglutarato e de ornitina.

Função
Além de fazer parte de proteínas, a arginina tem papéis importantes na divisão celular, na cicatrização de feridas, na remoção de amónia do corpo, no sistema imunitário e na produção de hormonas.

Em proteínas
Como descrito acima, a arginina toma preferencialmente uma carga positiva, pelo que tem tendência a ligar-se a grupos carregados negativamente. Por esta razão, é comum encontrar este aminoácido na superfície de proteínas (quando estas não são hidrofóbicas), onde podem interactuar com o ambiente polar intracelular.

Enquanto incorporadas em proteínas, a arginina pode ser convertida a citrulina (pela acção das enzimas PAD(??)), ou metilada por proteína:metilo transferases.

As histonas, pequenas proteínas envolvidas no enrolamento do DNA cromossómico no núcleo celular, são particularmente ricas em arginina e lisina (cerca de um quarto do total dos seus aminoácidos). Os átomos de hidrogénio no grupo guanidina formam ligações intermoleculares com átomos de oxigénio e azoto das bases azotadas do DNA.

Como precursor
A arginina é o precursor imediato do óxido nítrico, ureia, ornitina e agmatina. É necessária à síntese de creatina e pode ser usada para a síntese de poliaminas, citrulina e glutamato. Por ser precursora do NO (que tem efeito relaxador dos vasos sanguíneos), a arginina é usada em condições em que é necessária vasodilatação. A presença do análogo dimetilargina assimétrica (ADMA) inibe a iNOS, sendo considerado como marcador de doença vascular; por seu lado, a presença de arginina é considerada um sinal de vitalidade do endotélio.

fonte de arginina

fonte de arginina

Fontes de arginina
A arginina pode ser encontrada em alimentos genericamente ricos em proteínas, como a carne, peixe e produtos lacticínios. Alguns alimentos ricos em arginina incluem chocolate, amendoins e nozes.

FONTE: PT.WIKIPEDIA.ORG